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segunda-feira, 8 de outubro de 2012

Entidades ambientalistas protestam e denunciam desmatamento para plantios de eucalipto e extração de argila no Triângulo Mineiro

http://www.sense8.com.br/clientes/amda/?string=interna-noticia&cod=5470

Entidades ambientalistas protestam e denunciam desmatamento para plantios de eucalipto e extração de argila no Triângulo Mineiro
Parecer da Semad encaminhado à Comissão Paritária da região autoriza destruição de campos naturais e hidromórficos
08 de Outubro de 2012
Na última reunião da Comissão Paritária (Copa) do Triângulo Mineiro, realizada em 14 de setembro, foram pautados processos de solicitação de desmatamento de 1.500 hectares (ha) de vegetação. Deste total, 1416 ha inserem-se em ambiente abertos (campos ou cerrados) e outra parte em formações de campos hidromórficos. 

A ONG Organização para Proteção Ambiental (OPA) que faz parte da Copa, por apelo da Associação para a gestão socioambiental do Triângulo Mineiro (Angá) e da Associação Mineira de Defesa do Ambiente (Amda), solicitou vistas aos cinco processos da Fazenda Ouro Verde 1,2,3,4 e 5 que juntas somam área de 1.020 ha. Os proprietários pedem autorização para suprimir vegetação nativa em 575 ha e substituí-la por plantios de eucalipto. A Secretaria Estadual de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (Semad), através da sub secretaria de regularização ambiental, informou que a maior parte da área está antropizada e outra parte seria de campos limpos, com baixo rendimento lenhoso.  

Gustavo Bernardino Malacco da Silva biólogo da Angá, discorda e diz as imagens de satélite mostram que a maior parte da área ainda é coberta por vegetação natural e que baixo rendimento lenhoso não é explicação para autorizar desmatamento. "Campos Naturais são formações bastante ameaçadas, apesar de sua importância ambiental, devido à especificidade que tem como habitat de diversas espécies da fauna. A agricultura é a maior ameaça. A área dessa propriedade é considerada prioritária para conservação da biodiversidade", informa. 

Malacco também ressalta a ausência de informações sobre a fauna e flora local. "No processo há uma descrição genérica, realizada por meio de entrevistas, de espécies principalmente carismáticas, inclusive algumas ameaçadas de extinção, como onça, veado-campeiro, entre outras", comenta ele. 

Para ele, não há outra saída senão de maior rigor e amplitude na avaliação dos projetos, posição que é endossada pela Amda. Em ofício conjunto, encaminhado à subsecretária Maria Cláudia Pinto, com cópia para o secretário de meio ambiente, Adriano Magalhães, as entidades expões sua posição. São frontalmente contrárias à substituição de vegetação nativa por culturas de qualquer espécie, com alguma exceção para agricultura familiar ou pequenos proprietários.  No ofício, as duas instituições questionam também a fragmentação do licenciamento do processo da Fazenda Ouro Verde. 

Para elas, a justificativa de autorização para desmate baseada no baixo rendimento lenhoso é extremamente preocupante porque pode refletir descaso com os campos naturais e reforçar ideia de que somente ambientes florestais devem ser preservados. "Campos naturais, considerados em conjunto com as florestas tropicais de baixada, são considerados hoje como os ambientes mais ameaçados no Brasil", desabafa  Malacco.  

A ausência de biólogo na análise dos processos foi destacada pelas entidades como fator de dúvida quanto à análise dos mesmos. "Vem de muito tempo nossos questionamentos quanto ao tratamento secundário dado à fauna nos processos. As autorizações dadas pelo Instituto Estadual de Floretas (IEF) para os chamados "projetos de manejo sustentável", de Cerrado e Mata Atlântica, só tinham levantamento das árvores que poderiam ser derrubadas e a Semad nunca concordou que era preciso estudar e propor medidas de proteção da fauna", conta Dalce Ricas, superintendente executiva da Amda.

Outro desabafo

Exploração de argila para cerâmica e fabricação de produtos refratários em campos hidromórficos foi a causa do pedido de vista dos outros processos. As áreas de intervenção são pequenas, como no caso da Cerâmica Montreal que pediu autorização para minerar 18 há. Porém seu somatório causa impactos ambientais de grande magnitude. Gustavo Malacco explica que esses ambientes têm enorme importância ambiental, inclusive para conservação de um grupo de aves, popularmente conhecidos como papa-capins ou cabloquinhos, do gênero Sporophila.

Para Dalce Ricas, a Semad deveria fazer o licenciamento global e não pontual da atividade e envolver todas as empresas ligadas ao ciclo de vida dos produtos fabricados com a argila. "Sabemos que as soluções podem não ser simples. Nem para um lado - simplesmente autorizar e nem para o outro - proibir. Mas uma realidade permeia isto: degradação da biodiversidade. No caso da exploração de argila, os interesses econômicos envolvidos devem ser suficientemente altos (cerâmicas e refratários) para que as indústrias consumidoras, que no caso completam parte do ciclo de vida do produto, sejam chamadas à responsabilidade, no sentido de diagnosticar, elaborar e implantar projeto de exploração que garanta minimização de impactos, proteção legal de áreas e outras medidas capazes de garantir alguma sustentabilidade. Aliás, todas elas são sujeitas a licenciamento e em nosso entender, faz parte do mesmo, considerar a origem de seus principais insumos", afirma. Ela considera que o licenciamento pontual foi e continua sendo insuficiente para prevenir e remediar danos ambientais. 

Contrariando frontalmente o propósito de proteção, anunciado pelo governo de Minas, as entidades verificaram em alguns processos, recomendação de desmatamento em municípios com menos de 5% de vegetação natural e em regiões prioritárias para conservação da biodiversidade. "Por tudo isto, entendemos que os analistas da Semad não deveriam justificar o deferimento somente por conta dos benefícios econômicos, mas também pela importância ecológica. Mecanismos como o Bolsa Verde ou de compensação de Reserva Legal deveriam ser utilizados afim de evitar as supressões, mas infelizmente não são nem destacados nos pareceres", desabafa Gustavo Malacco. 

Até a edição desta nota, a Semad não havia se pronunciado a respeito do assunto.

sábado, 25 de agosto de 2012

EIA/RIMA Aterro resíduos perigosos da Limpebrás em Uberlândia

Publicado no Diário Oficial de Minas Gerais, em 24/08/2012. Entidades interessadas podem solicitar realização de audiência pública.


# Secretaria de Estado do Meio Ambiente e do Desenvolvimento Sustentável (pág. 35)

O Conselho Estadual de Política Ambiental - COPAM, torna público que a empresa Limpebrás Resíduos Industriais Ltda., através do Processo Nº 23025/2011/003/2012, solicitou Licença Prévia concomitante
com a Instalação, para as atividades de aterro para resíduos perigosos - classe I, de origem industrial - Uberlândia/MG - classe 3. Informa que foi apresentado o Estudo de Impacto Ambiental (EIA) e o Relatório
de Impacto Ambiental (RIMA), e que o RIMA encontra-se à disposição dos interessados na Superintendência Regional de Regularização Ambiental do Triângulo Mineiro e Alto Parnaíba, com sede na Praça Tubal Vilela, nº 3, Bairro Centro, Uberlândia/MG. Comunica que os interessados na realização da Audiência Pública deverão formalizar o requerimento, conforme a Deliberação Normativa COPAM nº 12/94, de 23/12/94, na Superintendência Regional de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável do Triângulo Mineiro e Alto Parnaíba, dentro do prazo de 45 (quarenta e cinco) dias a contar da data desta publicação.
(a) Danilo Vieira Júnior. Secretário de Estado Adjunto de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável e Presidente da URC Triângulo Mineiro e Alto Parnaíba.

sábado, 21 de julho de 2012

Aterro para resíduos perigosos em Uberaba


# Secretaria de Estado do Meio Ambiente e do Desenvolvimento Sustentável

O Conselho Estadual de Política Ambiental - COPAM, torna público que a empresa M. O. Galvão negócios e participações ltda. - Uberaba, através do Processo Nº 08233/2011/003/2012 - Classe 6, solicitou Licença Prévia para as atividades de aterro para resíduos perigosos - classe I, de origem industrial, aterro para resíduos não perigosos - classe II, de origem industrial - Uberaba/MG. Informa que foram apresentados os Estudos de Impacto Ambiental (EIA) e o Relatório de Impacto Ambiental (RIMA), e que o RIMA encontra-se à disposição dos interessados na Superintendência Regional de Regularização Ambiental do Triângulo Mineiro e Alto Parnaíba, com sede na Avenida Nicomedes Alves dos Santos, nº 136, Bairro Lídice, Uberlândia/MG. Comunica que os interessados na realização da Audiência Pública deverão formalizar o requerimento, conforme a Deliberação Normativa COPAM nº 12/94, de 23/12/94, na Superintendência Regional de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável do Triângulo Mineiro e Alto Parnaíba, dentro do prazo de 45 (quarenta e cinco) dias a contar da data desta publicação. (a) Danilo Vieira Júnior. Secretário de Estado Adjunto de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável e Presidente da URC Triângulo Mineiro e Alto Parnaíba.

terça-feira, 17 de julho de 2012

EIA/RIMA - Salus postos de abastecimento - Araguari


O Conselho Estadual de Política Ambiental - COPAM, torna público que a empresa SALUS FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO - ARAGUARI, através do Processo Nº 04747/2011/002/2012, solicitou Licença de Instalação, para as atividades de postos de abastecimento, terminal de produtos químicos e petroquímicos - Araguari/MG. Informa que foram apresentados os Estudos de Impacto Ambiental (EIA) e o Relatório de Impacto Ambiental (RIMA), e que o RIMA encontra-se à disposição dos interessados na Superintendência Regional de Regularização Ambiental do Triângulo Mineiro e Alto Parnaíba, com sede na Avenida Nicomedes Alves dos Santos, nº 136, Bairro Lídice, Uberlândia/MG. Comunica que os interessados na realização da Audiência Pública deverão formalizar o requerimento, conforme a Deliberação Normativa COPAM nº 12/94, de 23/12/94, na Superintendência Regional de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável do Triângulo Mineiro e Alto Parnaíba, dentro do prazo de 45 (quarenta e cinco) dias a contar da data desta publicação. (a) Danilo Vieira Júnior. Secretário de Estado Adjunto de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável e Presidente da URC Triângulo Mineiro e Alto Parnaíba.

sábado, 14 de julho de 2012

PCH Fazenda Salto no Rio Claro


O Conselho Estadual de Política Ambiental - COPAM, torna público que a empresa GM Rio Claro Energia e Participações s/a. / Pequena Central Hidrelétrica / pch Fazenda Salto - Nova Ponte e Uberaba, através do Processo Nº 17309/2009/001/2012, solicitou Licença Prévia, para as atividades de barragens de geração de energia - hidrelétricas - Nova Ponte e Uberaba/MG. Informa que foi apresentado o Estudo de Impacto Ambiental (EIA) e o Relatório de Impacto Ambiental (RIMA), e que o RIMA encontra-se à disposição dos interessados na Superintendência Regional de Regularização Ambiental do Triângulo Mineiro
e Alto Parnaíba, com sede na Avenida Nicomedes Alves dos Santos, nº 136, Bairro Lídice, Uberlândia/MG. Comunica que os interessados na realização da Audiência Pública deverão formalizar o requerimento, conforme a Deliberação Normativa COPAM nº 12/94, de 23/12/94, na Superintendência Regional Regularização Ambiental do Triângulo Mineiro e Alto Parnaíba, dentro do prazo de 45 (quarenta e cinco) dias a contar da data desta publicação. (a) Danilo Vieira Júnior. Secretário de Estado Adjunto de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável e Presidente da URC Triângulo Mineiro e Alto Paranaíba.

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

PCHs no Rio Uberabinha

As PCH's no Rio Uberabinha, dentro do município de Uberlândia, já receberam anuência da Secretaria de Meio Ambiente da cidade e agora apoio formal do Governo do Estado por meio de Protocolo de Intenções, publicado nessa sexta, dia 12/08.

Para a PCH Cachoeira do Miné, a Supram (na época, ainda Central em BH) já concedeu LP em 2006 (válida até 2010) e LI em 2008, válida até 2012, embora o empreendimento não tenha começado ainda...


Cachoeira do Miné. Foto: Eurípedes Luciano. Fonte: ANGÁ

Já para a PCH Cachoeira dos Dias, não encontrei processo de licenciamento formalizado. Embora a área (que já foi uma usina até 1956) seja da Prefeitura que, pela proximidade com o bairro Guarani e beleza cênica do local, tenha projeto para implantar um parque municipal.


Cachoeira Dias. Fonte: Jornal Correio

# Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico

 Extrato do Protocolo de Intenções nº 063/2011

Partes: O Estado de Minas Gerais, a Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico - SEDE, de Fazenda - SEF, o Instituto de Desenvolvimento Integrado de Minas Gerais - INDI e a empresa Wanerg Energética Ltda. - WANERG. Objeto: O presente Protocolo de Intenções, doravante denominado simplesmente PROTOCOLO, tem por objetivo viabilizar a implantação pela WANERG e SPEs Controladas (PCHs), das PCHs Cachoeria do Miné e Dias, ambas no município de Uberlândia, localizado em Minas Gerais, destinados à geração e comercialização de energia elétrica. Vigência: por um prazo mínimo de 10 (dez) anos, iniciando-se sua contagem na data de assinatura deste PROTOCOLO. Data: 21.07.2011. Signatários : Antonio Augusto Junho Anastasia (Estado), Dorothea Fonseca Furquim Werneck (SEDE), Leonardo Maurício Colombini Lima (SEF), José Frederico Álvares (INDI) e Saulo Wanderley (WANERG).

http://jornal.iof.mg.gov.br/xmlui/handle/123456789/37098


21/07/2011 21:10

Rio Uberabinha vai ganhar PCHs


As PCHs Cachoeira do Miné e Dias ficarão no rio Uberabinha
O Instituto de Desenvolvimento Integrado (Indi), órgão vinculado à Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sede), anunciou nesta quinta-feira (21) investimentos de R$ 238 milhões para a geração de mais 53 megawatts (MW) de energia em Minas Gerais.
Entre os investimentos está a implantação de duas Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCHs), em Uberlândia.
As PCHs Cachoeira do Miné e Dias ficarão no rio Uberabinha. Com investimentos de R$ 135 milhões, as usinas, que deverão ser concluídas até 2015, serão responsáveis pela geração de 23,3 MW e pela criação de 40 empregos diretos e indiretos.
A empresa Wanerg Energética Ltda será responsável pelas obras. A Wanerg é uma holding não operacional e já opera a PCH Malagone, com potência de 19 MW. Toda a energia gerada está sendo lançada no Sistema Interligado Nacional (SIN), por meio da rede de distribuição da Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig).

quarta-feira, 8 de junho de 2011

EIA/RIMA da CBMM Araxá

O Conselho Estadual de Política Ambiental - COPAM, torna público que a empresa Companhia Brasileira de Metalurgia e Mineração – CBMM, através do Processo nº Nº 00033/1981/051/2011, solicitou
Licença Prévia, para a atividade de barragem de contenção de rejeitos /resíduos, no Município de Araxá / MG.

Informa que foram apresentados os Estudos de Impacto Ambiental (EIA) e o Relatório de Impacto Ambiental (RIMA), e que o RIMA encontra-se à disposição dos interessados na Superintendência Regional de Regularização Ambiental do Triângulo Mineiro e Alto Parnaíba, com sede na Avenida Nicomedes Alves dos Santos, nº 136, Bairro Lídice, Uberlândia / MG.

Comunica que os interessados na realização da Audiência Pública deverão formalizar o requerimento, conforme a Deliberação Normativa COPAM nº 12/94, de 23/12/94, na Superintendência Regional de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável do Triângulo Mineiro e Alto Parnaíba, dentro do prazo de 45 (quarenta e cinco) dias a contar da data desta publicação.

(a) Augusto Henrique Lio Horta. Secretário de Estado Adjunto de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável e Presidente da URC/ COPAM do Triângulo Mineiro e Alto Parnaíba.

terça-feira, 31 de maio de 2011

Reunião do COPAM em 10 de junho

Atenção para o item 12 da pauta (o último), que é a Apresentação da Avaliação Ambiental Integrada (AAI) do rio Tijuco, que tanto nos interessa pelas propostas de PCH's. Infelizmente, ocorreria em Ituiutaba, um seminário, mas a pressão econômica mostrou-se mais forte e o Seminário foi cancelado.

Pauta da 78ª Reunião ordinária da Unidade Regional Colegiada Triângulo Mineiro e Alto Paranaíba do Conselho Estadual de Política Ambiental – CoPAM
data: 10 de junho de 2011, às 09:00 horas .
Local:  fIEMG – Av . Rondon Pacheco, 2100,  vigilato Pereira – Uberlândia/MG
1 . Execução do Hino Nacional Brasileiro .
2 . Abertura pelo Secretário de Estado Adjunto de Meio Ambiente e desenvolvimento Sustentável e Presidente da URC/CoPAM Triângulo Mineiro e Alto Paranaíba, dr . Augusto Henrique Lio Horta .
3 . Comunicado dos Conselheiros
4 . Exame da Ata da 77ª Ro de 13/05/2011 .
5 . Processo administrativo para exame de Licença Prévia:
5 .1 Quatrelati Participações Ltda . – Preparação do leite e fabricação de produtos laticínios, Patrocínio/MG – PA/Nº 13517/2010/001/2011 – Classe 5 – Apresentação: SUPRAM TMAP
6 . Processos Administrativos para exame de Licença de Instalação Corretiva:
6 .1 PCH dourados Usina Ltda . – Barragem de geração de energia hidrelétrica – Abadia dos Dourados/MG – PA/Nº 06579/2007/001/2010 – Classe 3 – Apresentação: SUPRAM TMAP .
6 .2 Triunfo IESA Infra Estrutura S .A –  fabricação de peças ornatos e estrutura de cimento ou de gesso – Iturama/MG – PA/Nº 01027/2011/002/2011 – Classe 4 – Apresentação: SUPRAM TMAP .
7 . Processos Administrativos para exame de Licença de operação:
7 .1 Usina Cerradão Ltda . –  destilação de álcool, fabricação de açúcar e produção de energia termoelétrica –  frutal/MG – PA/Nº 10203/2006/003/2009 – Classe 6 – Apresentação: SUPRAM TMAP .
7 .2 Agroindustrial Santa Juliana Ltda . –  destilação de álcool, produção de energia termoelétrica e fabricação e refinação de açúcar – Santa Juliana/MG – PA/Nº 1047/2003/008/2010 – Classe 6 – Apresentação: SUPRAM TMAP .
7 .3 Resíduo Zero Ambiental – Transporte rodoviário de resíduos perigosos – classe I – Guapó/Go, PA/Nº 10679/2010/001/2011 – Classe 3 – Apresentação: SUPRAM TMAP .
8 . Processos Administrativos para exame de Licença de  operação Corretiva:
8 .1 Postos Alpa Ltda . – Postos revendedores, postos de abastecimento, instalações de sistema retalhistas e postos flutuantes de combustíveis – Araxá/MG – PA/Nº 01219/2001/003/2011 – Classe 3 – Apresentação: SUPRAM TMAP .
8 .2 Companhia de Promoção Agrícola – CPA – Culturas anuais, excluindo olericultura, cafeicultura, silvicultura, bovinocultura de corte, bovinocultura de leite, beneficiamento primário de produtos agrícolas
e barragem de irrigação ou perenização para agricultura – Coromandel/MG – PA/Nº 04529/2004/001/2010 – Classe 3 – Apresentação: SUPRAM TMAP .
8 .3 Cimplast Embalagens – Importação Exportação e Comércio S/A . – fabricação de embalagens de material plástico – Uberaba/MG – PA/Nº 00031/2009/001/2011 – Classe 3 – Apresentação: SUPRAM TMAP .
8 .4 Antônio Narciso Ribeiro Barbosa – fazenda Santa Juliana/Taquari – Suinocultura (crescimento e terminação), culturas anuais, silvicultura e bovinocultura de corte – Santa Juliana/MG – PA/Nº 09568/2006/001/2010 – Classe 5 – Apresentação: SUPRAM TMAP .
8 .5 Macedo & Souza Ltda (Ex . décio Auto Posto Beira Rio Ltda) – Posto revendedor de combustíveis – Araporã/MG – PA/Nº 03374/2001/001/2001 – Classe 5 – Apresentação: SUPRAM TMAP .
8 .6 Posto Antares Ltda . – Posto revendedor de combustíveis – Uberaba/MG – PA/Nº 01135/2001/001/2001 – Classe 3 – Apresentação: SUPRAM TMAP .
8 .7  dino Indústria e Comércio de Tintas Ltda . -  fabricação de tintas, esmaltes, lacas, vernizes, impermeabilizantes, solventes e secantes – Uberaba/MG – PA/Nº 21580/2010/001/2011 – Classe 3 - Apresentação: SUPRAM TMAP .
9 . Processo Administrativo para exame de Licença de operação Corretiva – Ampliação:
9 .1 Sadia S/A – Granja  f – Incubatório Goiânia – Avicultura de postura, suinocultura (ciclo completo), incubatório e silvicultura – Uberlândia/MG – PA/Nº 03552/2009/002/2009 – Classe 3 – Apresentação: SUPRAM TMAP .
10 . Processos Administrativos para exame de Revalidação de Licença de operação:
10 .1 Usina Caeté S/A – Unidade volta Grande – destilação de álcool, fabricação de açúcar e produção de energia termoelétrica – Conceição das Alagoas/MG – PA/Nº 00201/1995/018/2010 – Classe 6 – Apresentação: SUPRAM TMAP .
10 .2 Sadia S/A – Granja f – Incubatório Goiânia – Avicultura de postura, suinocultura (ciclo completo), incubatório e silvicultura – Uberlândia/MG – PA/Nº 03552/2009/001/2009 – Classe 3 – Apresentação: SUPRAM TMAP .
10 .3 Sérgio Elias Saraiva – fazenda Águas do Tijuco I e II e fazenda Nossa Senhora do Carmo, Suinocultura – unidade produção de leitões, culturas anuais e criação de bovinos de corte (extensivo) – Ituiutaba/MG – PA/Nº 11396/2006/002/2011 – Classe 3 – Apresentação: SUPRAM TMAP .
11 . Processo Administrativo para exame de Exclusão de Condicionante de Licença de operação Corretiva:
11 .1 . LM Indústria Comércio Importação Exportação Ltda . – fabricação de preparados para limpeza e polimento, fabricação de sabões e detergentes e fabricação de aromatizantes e corantes – Uberlândia/MG – PA/Nº 00161/1999/004/2007 – Classe 3 – Apresentação: SUPRAM TMAP .
12 . Avaliação Ambiental Integrada da Bacia do Rio Tijuco/MG – Apresentação e discussão: ENGERA .
13 . Assuntos gerais .
14 . Encerramento .
(a) Augusto Henrique Lio Horta . Secretário de Estado Adjunto de Meio Ambiente e desenvolvimento Sustentável e Presidente da URC/CoPAM Triângulo Mineiro e Alto Paranaíba

sábado, 11 de dezembro de 2010

MPF/MG acusa ex-superintendente da Supram de conceder autorização em desacordo com normas ambientais

09/12/2010 MPF/MG acusa ex-superintendente da Supram de conceder autorização em desacordo com normas ambientais 


O ex-superintendente da Região Central Metropolitana de Meio Ambiente, José Flávio Mayrink Pereira, foi denunciado pelo Ministério Público Federal em Minas Gerais (MPF/MG) pelo crime previsto no artigo 67 da Lei 9.605/98. Ele é acusado de conceder autorização em desacordo com normas ambientais para a construção do complexo industrial do Aeroporto de Confins.

Segundo a DN Copam 74, a autorização ambiental de funcionamento (AAF) é um instrumento previsto para substituir o licenciamento ambiental quando os empreendimentos forem de pequeno porte - com impacto ambiental pouco significativo. 


No entanto, a AAF não pode ser expedida quando se trata de empreendimento a ser instalado em unidade de conservação, conforme Resolução 10/88 do Conama e Deliberações Normativas 94/06 e 123/08, do Copam. O fato se deve em virtude da fragilidade e importância ambiental das áreas protegidas, como é o caso do distrito industrial, no qual se encontra inserido a APA Carste de Lagoa Santa.

A autorização ambiental de funcionamento para o distrito industrial foi expedida em 2006, mesmo tendo o MPF, em conjunto com o Ministério Público Estadual, expedido recomendação conjunta ressaltando a inaplicabilidade de tal instrumento em unidades de conservação. O então presidente da Fundação Estadual do Meio Ambiente (FEAM) acatou a recomendação e a primeira AFF foi suspensa.

No ano de 2007, em uma reunião realizada na sede do MPF em Belo Horizonte, com participação de dirigentes de órgãos ambientais, inclusive do secretário de Desenvolvimento do Estado de Minas Gerais, foi ressaltada a impossibilidade de mera autorização ambiental para implantação de empreendimentos na APA Lagoa Santa.

Porém, no mesmo ano, outra AFF foi emitida, desta vez por Mayrink, então superintendente da Supram Central. Essa nova autorização somente chegou ao conhecimento do MPF há aproximadamente quatro meses, com o início efetivo das obras de instalação do distrito industrial, em face de fiscalização do ICMBio, atual gestor da APA. 


Mayrink também concedeu AAF para mineração no Poço Soberbo e para Estrada Rio do Peixe. Ambos os casos geraram polêmica e discussão por tratarem-se de empreendimentos instalados em áreas de grande importância ambiental. No caso da mineração no Poço Soberbo, a AAF foi caçada no ano passado e está suspensa. Já o empreendimento na Estrada Rio do Peixe foi convocado para licenciamento e o processo ainda se encontra dentro do prazo de formalização. 

O MPF considera que Mayrink violou deliberadamente as normas que regulam a proteção ao meio ambiente, incorrendo no crime previsto pelo artigo 67 da lei de crimes ambientais ("conceder o funcionário público licença, autorização ou permissão em desacordo com as normas ambientais, para as atividades, obras ou serviços cuja realização depende de ato autorizativo do Poder Público"). Se condenado, o acusado deverá cumprir pena que varia de um a três anos de detenção.

sexta-feira, 23 de julho de 2010

MG-455, Verba de R$ 44,6 mi para 2º lote foi liberaba

Mais notícias sobre Campo Florido... O segundo trecho, esse para o qual os recursos foram anunciados, sequer tem pedido de licenciamento ambiental na Supram.


Verba de R$ 44,6 mi para 2º lote foi liberaba
Obras no trecho de 53 quilômetros devem começar nos próximos dias
Frederico Silva - Especial para o CORREIO
Atualizada: 22/07/2010 - 22h07min
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O segundo lote de obras de pavimentação da MG-455, que liga Uberlândia a Campo Florido, deve começar nos próximos dias. A liberação de uma verba de R$ 44,6 milhões para as intervenções já foi publicada no “Diário Oficial de Minas Gerais”. As obras no trecho com extensão de 53,04 quilômetros, entre o rio Cabaçal e Campo Florido, serão executadas pela Tratenge Engenharia, empresa que venceu a licitação.
O primeiro trecho entre Uberlândia e rio Cabaçal, com extensão de 54,66 quilômetros, já está em obras há mais de um mês. Até o momento, cerca de 600 metros de pista recebeu a primeira camada asfáltica, uma preparação para o asfaltamento definitivo. Os sete quilômetros seguintes passam por terraplenagem. Por causa das obras, alguns desvios foram feitos ao longo da estrada, mas todos estão devidamente sinalizados, conforme constatado pela reportagem do CORREIO de Uberlândia.
Ao todo serão 107 quilômetros de asfaltamento em uma obra orçada em R$ 160 milhões. Para o primeiro lote está previsto o alargamento de seis pontes. Já o segundo lote contempla a construção de duas pontes. A MG-455 encurta a distância até São José do Rio Preto e Barretos, ambos no Estado de São Paulo e vai também desafogar o tráfego da BR-153, a única alternativa viável dos uberlandenses para chegar ao oeste paulista. A rodovia também será um novo eixo nacional, pois corta caminho na ligação entre o Centro-Oeste, Nordeste e Sul do país.
Reivindicação tem 40 anos

Valter de Paula
Produtores rurais esperam valorização dos imóveis ao longo da rodovia
O asfaltamento da MG-455, que liga Uberlândia ao Distrito de Miraporanga e a Campo Florido, é uma reivindicação de mais de quatro décadas dos motoristas que cruzam a rodovia e moradores da região. Com um grande fluxo de produtores rurais, a pavimentação da via deve melhorar o escoamento da produção.
O município de Campo Florido tem 9 mil habitantes, é essencialmente agrário e depende do centro atacadista distribuidor instalado em Uberlândia. Para o corretor de imóveis, Agostinho de Almeida, 85 anos, as obras causam certo transtorno, mas ele diz entender pela necessidade do progresso. “Quando ficar pronto vai ser muito bom. Vim mostrar uma fazenda a um cliente e tenho certeza de que, quando o trecho estiver asfaltado, os imóveis por aqui vão valorizar bastante”, disse.
Saiba mais
MG-455107 km asfaltamento – R$ 160 milhões
Trecho 1: 54,66 km (Uberlândia – rio Cabaçal)
Trecho 2: 53,04 km (rio Cabaçal – Campo Florido)